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VISITE CASTELO DE VIDE

O castelo rodeado pelo casario branco destacando-se na paisagem verde é a primeira surpresa para o visitante.

Mas a surpresa maior esconde-se dentro da vila, nas suas ruas que guardam intacta a atmosfera de um tempo medieval.

A máquina fotográfica é aqui um objecto imprescindível. Um recanto onde se espreita uma perspectiva do castelo, portas e janelas que conservam pormenores com quinhentos anos, chaminés que se erguem para o céu, que aqui parece mais azul, farão o cenário das melhores imagens da sua vida.

E do alto do castelo, Castelo de Vide a seus pés, a vista a meter-se por Espanha dentro, o "ninho de águias" de Marvão a erguer-se nas alturas, é um dos mais magníficos panoramas do Alentejo.

Passeie-se ao acaso por uma das mais bem preservadas judiarias de Portugal. Deixe-se encantar pelo charme da sua memória medieval, descubra na toponímia a presença judaica (a rua das Espinosas, lembra o célebre filósofo do séc.XVII, Spinoza, filho de um habitante de Castelo de Vide), encontre nas portas de granito sinais do culto de gerações hebraicas, visite a antiquíssima sinagoga.

A riqueza das águas termais da região brota das fontes que vai encontrar no seu percurso. Sente-se à sombra do alpendre erguido sobre colunas da Renascença e prove a água da Fonte da Vila. Mas se quiser voltar a Castelo de Vide, beba a água da Fonte da Mealhada. E traga uma noiva. Porque quem bebe desta fonte, volta aqui para casar.

 

VISITE MARVÃO

Tão alto é o castelo que das suas torres e baluartes "as aves de mais elevados voos se deixam ver pelas costas".

À medida que se sobe por entre o arvoredo da serra de S. Mamede, vai surgindo mais nítido o relevo do poderoso castelo e dos muros da fortaleza.

O pequeno convento gótico de Nossa Senhora da Estrela e um belo pelourinho de mármore são o primeiro encontro com o património de Marvão. Continuando a subir, a vila vai-se dando a conhecer: nas pequenas ruas e recantos pitorescos, nas janelas góticas, nas graciosas varandas de ferro forjado, em portais da Renascença, como na igreja do Espírito Santo ou góticos, de severo granito, como na igreja de Santiago, nos escudos e esferas armilares de D. Manuel I, na Câmara Municipal.

Na igreja de Santa Maria transformada em Museu, peças de arqueologia ajudam a fazer a leitura da história desta região a que a riqueza natural atraiu desde sempre diversos povos.Chega-se finalmente ao Castelo onde se é recompensado por uma vista que os adjectivos belo, amplo e límpido não conseguem descrever.

Mas esta esplêndida localização teve outro significado na História de Portugal. Os rochedos quase inacessíveis tornavam esta Praça "a mais inconquistável de todo o Reino", que ao longo do tempo foi-se adaptando às novas técnicas de guerra. Desde a sua conquista em 1116 por D. Afonso II até às guerras da Restauração da Independência entre Portugal e Espanha no séc. XVII, para finalmente ser o que é hoje: um lugar de paz e beleza.

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